<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5676213229980530777</id><updated>2011-04-21T19:54:45.322-07:00</updated><title type='text'>Anatomia Ciborgue - Base Teórica</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://anatomiaciborgue01.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5676213229980530777/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatomiaciborgue01.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Vostradong</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://img181.imageshack.us/img181/9409/vostra02bp5.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5676213229980530777.post-7579630100891169019</id><published>2008-07-15T08:38:00.001-07:00</published><updated>2009-05-17T10:59:40.371-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>"&lt;i&gt;Os eternos enigmas do espaço e do tempo, os sonhos e mistérios remotos de outros mundos, outras formas de vida, as estrelas, os planetas... O homem tem-se deparado com eles ao longo de séculos, e mesmo assim mal consegue penetrar nos seus enigmáticos segredos. Um dia, a barreira será rompida. Porque temos de esperar? Porque não agora!?&lt;/i&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- excerto do filme "Cat-Women of the Moon" (1953), por Arthur Hilton/Roy Hamilton&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_b7lqKVwEk1A/SH0Ic1RNhvI/AAAAAAAAAP4/kOXtXOTnJlM/s1600-h/Cyborg01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223340434248271602" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_b7lqKVwEk1A/SH0Ic1RNhvI/AAAAAAAAAP4/kOXtXOTnJlM/s320/Cyborg01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Anatomia Ciborgue&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Pistas para uma leitura&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É questão de tempo. Não é preciso uma mente prodigiosamente fértil para imaginar uma era em que a tecnologia terá atingido um estado de avanço tal que seres humanos e máquinas acabem por se tornar uma e a mesma coisa. Basta observar as tendências (tanto no plano tecnológico, como no ético), como têm assinalado os seguidores do &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Transhumanismo" target="_blank"&gt;transumanismo&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;. Caminhamos para a transposição das barreiras que nos prendem à nossa condição de animais mortais. O &lt;i&gt;Homo Sapiens Sapiens&lt;/i&gt; talvez passe à história como o último estágio da evolução biológica dos hominídeos, dando lugar a um outro ser dominante: o homem que orienta conscientemente os caminhos da sua própria evolução, que toma as rédeas da sua própria natureza, que se constrói (literalmente) a si próprio. O homem-deus auto-criador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A série de quadros e ilustrações &lt;b&gt;Anatomia Ciborgue&lt;/b&gt; lança um olhar sobre esse mundo do limiar do espaço-tempo, essa era futura em que o ser humano se deixa levar pelas potencialidades do seu génio e admite a incorporação de máquinas e robôs ao seu próprio organismo; que substitui partes do corpo por componentes robóticas para o tornar mais eficiente. O imaginário estético-ficcional em torno dos conceitos que abarcam essa dicotomia homem/máquina é o objecto desta série, toda ela construída em torno de bipolaridades conceptuais (ver "As dicotomias da Anatomia Ciborgue", mais abaixo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O universo da Anatomia Ciborgue&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A técnica mista usada na produção das telas da &lt;b&gt;Anatomia Ciborgue&lt;/b&gt; alia à aplicação de componentes electrónicos (chips, transístores, microprocessadores, resistências, condensadores, etc...) tintas acrílicas, óleos e/ou pastéis de óleo. Esses são os materiais com os quais se procura arquitectar visões macro, micro ou nanoscópicas do organismo biónico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas ilustrações, a tinta permanente (com tons negros, cinzentos, sépia ou sanguínea) sobre papel, procuram-se visões mais macroscópicas, sobretudo do aspecto exterior do homem-ciborgue, dos seus membros e outras partes robóticas, em jeito de esboço conceptual. As inscrições são a inglês - presentemente, a língua universal do mundo científico - mas transcritas com recurso ao alfabeto coreano - por muitos considerado o mais perfeito e prático que existe -, uma opção meramente estética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais recentemente, comecei a explorar as potencialidades da aplicação de pilhas e baterias usadas sobre cartão telado para criar um novo conceito de arte mutante. Estes quadros apresentam-se protegidos com uma moldura vidrada, através da qual se podem apreciar as mutações surgidas no quadro ao longo do tempo com a oxidação das pilhas. O objectivo é criar uma espécie de obras "vivas", em constante mutação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;As dicotomias da Anatomia Ciborgue&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De zeros e uns se compõe a linguagem das máquinas. Os pares binários apagado/aceso, ligado/desligado, encontram equivalência simbólica em vários aspectos no conjunto destas obras. Tanto em termos de método e objectivos, como no que diz respeito aos resultados visuais e no aspecto estético geral; além de ser também fácil encontrar um diálogo de opostos evidente nalgumas das interpretações possíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À partida, temos os pares homem/máquina, natural/artificial, bio/tecno, como objecto das imagens produzidas. Nas pinturas, o fundo integra a parte biológica, retratando, conforme a escala, tecidos, células ou corpúsculos intracelulares (sobretudo humanos, mas não exclusivamente); enquanto a aplicação das peças electrónicas sobre a tela assume a componente tecnológica, atribuindo tridimensionalidade e um carácter poético; e desta forma abrindo espaço ao aparecimento de novas dicotomias: realidade/ficção, bidimensional/tridimensional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos estéticos, estes quadros, embora sejam perfeitamente figurativos, não conseguem (nem pretendem) evitar uma abordagem formal que os aproxima, numa leitura desatenta, a um certo abstraccionismo. Aqui, um novo diálogo: figurativo/abstracto. A crença de que a obra tem de valer por si própria, independentemente do autor ou dos factores que condicionaram a sua produção, leva-nos a não menosprezar - pelo contrário, a valorizar - as reacções que aquela provoca num observador que não esteja a par destas considerações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Arte verde&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem ter isso como objectivo primordial, mas assumindo esse aspecto positivo, os quadros da &lt;b&gt;Anatomia Ciborgue&lt;/b&gt; nasceram num tempo em que, em Portugal, assim como em muitos outros países, ainda não se fazia a reciclagem dos chamados resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE). Ao explorar as potencialidades plásticas dos restos de velhos aparelhos, que, de outra forma, acabariam como lixo a poluir o mundo, os quadros desta série não deixam de veicular uma mensagem - a reciclagem é necessária e é possível extrair de coisas velhas um valor estético não negligenciável. Basta um pouco de imaginação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia, a reciclagem dos REEE já se faz no nosso país, mas nem por isso deixa de fazer sentido a reutilização desses e de outros materias na arte. A utilização de pilhas e baterias usadas nalguns dos quadros serve de igual forma esse propósito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5676213229980530777-7579630100891169019?l=anatomiaciborgue01.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5676213229980530777/posts/default/7579630100891169019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5676213229980530777/posts/default/7579630100891169019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anatomiaciborgue01.blogspot.com/2008/07/os-eternos-enigmas-do-espao-e-do-tempo.html' title=''/><author><name>Vostradong</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://img181.imageshack.us/img181/9409/vostra02bp5.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_b7lqKVwEk1A/SH0Ic1RNhvI/AAAAAAAAAP4/kOXtXOTnJlM/s72-c/Cyborg01.jpg' height='72' width='72'/></entry></feed>
